Blog de O GRITO M. L.


08/08/2008


Escrito por D.AlEaTóRiO às 18h53
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01/04/2008


" Penso 99 vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho no silêncio - e eis que a verdade se revela!"
Albert Einstein

Escrito por D.AlEaTóRiO às 12h27
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31/03/2008


Escrito por D.AlEaTóRiO às 15h51
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o grito d nov dez

Escrito por D.AlEaTóRiO às 15h50
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Escrito por D.AlEaTóRiO às 15h46
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28/02/2008


O GRITO M. L. NOVEMBRO/DEZEMBRO 2007

 

Nesse mundo moderno e corrido de hoje, os sábios não mais conversam, apenas discutem e quem encontrou um emprego, desses, alguns estão sucumbidos por ele por tratar de negócios, pensarem em dinheiro, esquece-se de sonhar perdendo o raciocínio artístico. E os que têm um pouco mais de intelecto querendo expor, ser escutado, respirar fora de um escritório, enxergando além de quatro paredes e da tela de um computador.

 

Escrevem para esvaziar a cabeça que cheia de pensamentos insanos tende a explodir; e assim procuramos nos comunicar auto publicando-se os escritos, em blogs pessoais, sites comunitários e outros conservam ainda o costume nostálgico da impressa publicação de um fanzine alternativo.

Escrever para não enlouquecer...

 

D. AlEaTóRiO

Escrito por D.AlEaTóRiO às 13h02
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Escrito por D.AlEaTóRiO às 13h01
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“Numa folha qualquer, eu desenho um sol da cor que eu quiser...”.

Uma breve homenagem ao pensamento declarado.

 

Nenhuma parceria neste mundo é tão sugestiva e harmoniosa quanto o papel e a caneta. Muitos não os dão importância, mas a verdade é que sempre serão o princípio de uma grande idéia, um relato de um fato histórico, uma declaração de um sentimento. A arte de colocar a tinta no papel justifica o pensamento de quem vê numa caneta, uma arma mais poderosa que uma espada, ou, dependendo da situação, mais precisa que um disparo de um revólver.

 Temos que agradecer aqueles que ao longo da nossa história ousaram invadir esse mundo branco simbolizando o “quase nada”, e através de brilhantes palavras construíram “quase tudo” o que temos. É na mesma história que encontramos as respostas para quase todas as perguntas, e quando não encontramos nada, é porque somos nós que iremos responder.

 E temos que agradecer aqueles que respondem, utilizando o “quase nada” para dar um grito, este por sua vez, com certeza irá responder muitas perguntas futuramente, mas claro que não todas! Quanto a você leitor, prefere escrever ou receber o grito ao pé-de-ouvido?

 

Jorge Luis

 

Escrito por D.AlEaTóRiO às 12h59
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A Evidencia de Deus à luz de Santo Anselmo de Cantuária

 

 

            A frase chave de todo argumento de Santo Anselmo é: “o ser do qual não se pode pensar nada maior”. Este argumento foi formulado para o insipiente ou insensato que diz “Deus não existe” e quando Santo Anselmo diz “ o ser do qual não se pode pensar nada maior” o insipiente compreende. E tudo aquilo que se compreende encontra-se na inteligência, porém não existe somente na inteligência, se somente existisse na inteligência poderia se pensar que existe na realidade um ser maior que “o ser do qual não se pode pensar nada maior” ou seja, qualquer reles objeto da realidade poderia ser maior que” o ser do qual não se pode pensar nada maior”. O que seria absurdo pensar em um ser maior do que “o ser do qual não se pode pensar nada maior”, logo “ o ser do qual não se pode pensar nada maior” existe na inteligência e na realidade.

            Por mim ficaria satisfeito só com isso, este argumento racional e minha fé já seria o bastante, mas para não parecer dogmatismo vai aqui a antítese do monge de Marmoutier Gaunilo que diz: se algo está na minha inteligência somente porque compreendo as palavras que o expressam, não seria possível também afirmar o mesmo a respeito das coisas falsas ou absolutamente inexistentes, isto é, que se encontram na minha inteligência porque, ao ouvir alguém falar nelas, eu as compreenderia?  Vou aqui acrescentar outros que me parecer essenciais, os argumentos mais fortes de refutação aos Gaunilo de Anselmo, ele ainda diz que se não é possível pensar que Deus não existe para que argumentar sobre a existência de Deus já que ele se encontra no intelecto? E por ultimo ele diz que no intelecto pode haver muitas coisas incertas e duvidosas. Será que se deve prestar fé nessas coisas mesmo que sejam falsas?

            Assim Gaunilo banca o espírito de porco tentando derrubar a bela maneira como santo Anselmo prova a existência de Deus, vou fazer o advogado do santo já que na minha opinião ele não respondeu a Gaunilo como devia a este que se fez de advogado do insipiente, vou aqui tentar refutar essas três breves refutações de Gaunilo. Ele diz que o intelecto recebe uma frase mentirosa e pode entender como verdadeira, isto que ele diz é verdadeiro mas, é importante notar que de qualquer maneira se compreende tudo o que se diz sendo verdadeiro ou falso, se é compreendido é pelo fato de que há algo essencialmente verdadeiro mas isso ficará mais claro na terceira refutação da refutação. Na segunda Gaunilo diz que se não é possível pensar que Deus não existe para que argumentar sua existência já que se encontra no intelecto? Aqui ele parece um pouco mais correto, no entanto, mesmo Deus já estando no intelecto precisa de argumentação pois o que temos gravado de Deus em nossa mente é algo muito leve, mostra que todos têm alguma idéia de Deus mesmo que seja ateu. Já terceira refutação posso provar a existência de Deus com mais eficácia mesmo que pense em coisas incertas, duvidosas ou mesmo mentiras certas e a partir do que é conceitualmente verdadeiro que eu chego à falsidade. Por Exemplo: Eu penso em um Pégaso, não é novidade para ninguém que o cavalo alado não existe porém eu conheço o conceito cavalo e o conceito asa e os dois juntos formando algo evidentemente falso de coisas verdadeiras, por mais que eu me esforce para pensar em algo que não existe eu não consigo mesmo que pense num simples traço ele existe. Na realidade aqui farei três.

            “No caso de Deus é algo especial pois não conheço o conceito de Deus mas tem algo dele que eu consigo pensar que é “o ser do qual não se pode pensar nada maior” logo se eu penso nele como penso em todas as outras coisas e elas existem ” o ser do qual não se pode pensar nada maior” existe realmente.

 

Por Pseudo Paulo

Contenda retirada do Proslógio de Santo Anselmo de Cantuária.

           

 

Escrito por D.AlEaTóRiO às 12h59
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   “A impunidade é u  “A impunidade é um incentivo a violência”m incentivo a violência”

                                                                      De: Ediney Santana

 

Quando escrevi os versos acima realmente acreditava que só a impunidade era a mãe e o pai da violência. Não é. Há vários fatores que podem assumir a paternidade da violência. Podemos até dizer que a violência é uma filha bastarda de muitos pais e mães, a violência só não nasce espontaneamente, há razões, historias e porquês.

O aumento da violência em todo o país é claro reflete em nossa cidade.

Assassinatos, roubos, furtos e o aumento no uso de drogas tudo isso temperada com uma miséria crescente tendo como maestro uma perversa desigualdade social.

Em uma cidade como a nossa em que não há políticas publica municipais voltadas para o emprego e renda há muito pouco a comemorar. A perspectiva de amanhã na maioria das vezes fica resumida na insignificância de um hoje medíocre.

Temos uma Policia Militar que é temida e não respeitada, uma Policia Civil que poucos crimes consegue resolver. A soma disso nos leva para uma população que não tem fé e nem acredita nas nossas instituições de segurança.

Há outro tipo de violência, que acredite, dói mais que um tiro, que um tampa de um policial, que o roubo do seu carro do ano. Esse outro tipo de violência é a corrupção. Ser corrupto é pior que ser ladrão, o corrupto é o que fecha os olhos para o roubo é o que permite o roubo. O corrupto é que ganha propina para que milhões de reais sejam desviados de verbas que vão para todas as áreas dos governos.

O corrupto deixa para trás um rastro de destruição e ruína. A corrupção atende por vários nomes: Propina, caixa dois (quando se trata se empresas publicas) desvio de verbas, superfaturamento, compras sem licitação.,

Fernandinho Bar não seria um bandido tão perigoso se não tivesse corrompido agentes públicos. É o corrupto o pior tipo de bandido. Ele não usa um 38 ou um AR15, não, ele usa a caneta, as vistas grossas, contas de laranjas, a influência. Mas há também os pequenos atos corruptos: Se um dia na fila de um banco você pega varias contas de um amigo para pagar ou deixa alguém ficar em sua frente você também é um corrupto, se você tenta aliciar um professor para lhe dá notas graciosas alem de corrupto você é burro e assim por diante.

Sem um pacto radical da sociedade brasileira  consigo mesmo e com sua historia, não vamos vencer nenhum tipo de violência, pelo contrário seremos nós mesmo atores e réus da nossas desgraças.

Não há outro caminho, não há salvação. Radicalizar é necessário, porem há de termos cuidado. Ser moralizador, arauto da ordem e da justiça, dos bons costumes não significa  nada, muitos facínoras defenderam a ordem e a família e acabaram deixando para a historia “ o seu rastro sujo de sangue e glória”.

Preste atenção, pense com calmo, você vai logo perceber o quanto é responsável pelas mudanças que tanto clama.

Abraços, do camarada de sempre.

Bar do Mariano, chove um pouco.

Escrito por D.AlEaTóRiO às 12h58
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A LUA E A CIDADE

POR:MARCO

 

A lua boiava no infinito estrelado e, abaixo dele, a cidade dormia tranqüila. Dali, da janela do sétimo andar, ele podia vislumbrar, até mesmo, o mar, embora distasse uns seis quilômetros.

Mentalmente, cantarolava um trecho da música de Rita Lee: “As luzes da cidade, não chegam às estrelas, sem antes me buscar...”. Amava música, mas havia tempo que não se animava a por um CD para tocar. Quando descobriu que Zélia Duncan havia regravado aquela canção, não hesitou em comprar o álbum. Gostou da gravação, embora ainda preferisse a original, que guardava, zelosamente, em um compacto duplo.

“Num apartamento, perdido na cidade, alguém está tentando acreditar que as coisas vão melhorar...”. Aquela frase caia-lhe como uma luva. Ele, realmente, se esforçava para tentar acreditar numa melhora. No entanto, a desesperança teimava por rondar-lhe a vida, a alma. “E, na medida do impossível, tá dando pra se viver...”.

Desde cedo a canção não lhe saia da cabeça e, cada vez mais, lhe tomava as entranhas físicas e emocionais. “O amor é imprevisível como você... E eu... E o céu...”. Apesar de gostar tanto dela, aquela presença ininterrupta já o estava irritando.

A lua boiava no infinito estrelado e, abaixo dele, a cidade dormia tranqüila. Dali, da janela do sétimo andar, ele podia vislumbrar, até mesmo, o amor, embora distasse uns seis meses. Mentalmente, continuava a ouvir Rita e Zélia cantando sem parar: “Conquistando o céu, desprezando o chão...”. Havia algo para ser conquistado, porém, fugia-lhe o que poderia ser. Conquistar o quê?

E por que aquela música não lhe abandonava? Que mensagem havia naquela letra da titia Lee? O que ele não decodificava? Olhando a lua a boiar e a cidade a dormir, passava mais uma noite insone.

No meio da madrugada, após repassar, por dezenas de vezes aquela letra de música, conseguiu, finalmente, entender o que ela lhe queria falar. Agora a mensagem estava clara! Agora ele sabia o que ainda podia ser conquistado.

Não era ela, a letra da música, a quem ele deveria se apegar. O que trazia a conquista final, a conquista da liberdade e da paz, era o título!

Olhou a lua e a cidade, apagou o cigarro no cinzeiro e sorriu pela derradeira vez. Boiou no espaço, como a lua e dormiu em paz na cidade tranqüila. “Da janela do sétimo andar...”.

Ah, sim: a música se chama “Lá vou eu”.

 

Para Aroldo Daniel dos Santos, com saudade!

 

 

Escrito por D.AlEaTóRiO às 12h57
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PROJETO MÚSICA NO SEBO

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Escrito por D.AlEaTóRiO às 12h53
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GRITO

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AUTO MUTILAÇÃO

PROJETO DE POESIAS

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Escrito por D.AlEaTóRiO às 09h51
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24/01/2008


O GRITO OUTUBRO/NOVEMBRO 2007

Sustentando

Quem trabalha nas ruas, e sem olhar para o céu não vê quem esta acima, contenta-se em ser subclasse, cidadão comum que vive a olhar para o chão, acostumando-se a andar de cabeça baixa, carregando o mundo nas costas, sem nem imaginar quem os pisa (talvez por isto fiquem com tanta dor na coluna), cabisbaixo se esconde do sol, vivendo nas trevas sem enxergar a luz que poderá abrir sua mente. Nem percebe que sempre terá alguém o observando, vigiando, espreitando sua conduta.

Certo dia eu estava no primeiro andar de um prédio antigo, centro do poder local e que deveríamos prestar maior atenção, e nem era um arranha céu, a pouco mais de 4,5m de pé direito, e da altura da janela  estava encostado na sacada, vi alguns colegas meus passarem e não me verem. Percebi então que não olhavam para cima de si, até mesmo quando chamei pelos nomes de alguns. Certamente não ouviram ou não acreditaram que alguém do alto os chamasse.

 Será que estamos deixando de ouvir o que vem do alto? Aqueles que estão acima de nós, que vivem sobre nossas cabeças (apoiados em nossas costas)?Desaprendemos a levantar a cabeça e a dignidade? Vamos permanecer cabisbaixos, para envelhecermos corcunda, badameiros da vida, procurando abaixo de nós o lixo de quem nos oprime?

Faz parecer que a expressão “subir na vida nem que seja de elevador” e mesmo assim só o de serviço, tem mais algum sentido do que parece, pois geralmente quem ganha mais, trabalhando menos e ocupando os melhores lugares na sociedade, moram em prédios ou edifícios, e o pobre no alto, só no morro ou em cima de um andaime, arriscando-se para sobreviver. É quando o pobre à noite, cansado, observa a cidade iluminada pelos postes que eles levantaram para iluminar o chão que se habituaram a olhar, sem erguer a visão para as mensagens que vêm do alto, através das faixas e outdoors, nos desenhos das nuvens ou das estrelas que brilham democráticas.

D. AlEaTóRiO

 “Os ricos tudo farão pelos pobres, menos descer de suas costas” Leon Tolstói

 

"A minha gente hoje anda
Falando de lado e olhando pro chão."

Chico Buarque

Escrito por D.AlEaTóRiO às 14h49
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Continuação de Out/Nov07

“Sete de Setembro, eis que desfila um dos aparatos que condenam o povo a submissão” (Militares; Respaldo do Estado.)

   Este manifesto é dirigido a todo o povo, que é escravizado e que vive sob pressão para tentar despertar a todos contra a tirania do Estado. Dia a dia a indústria bélica cresce, são colocados mais policiais nas ruas, o exército se fortalece, jovens são treinados para matarem seres humanos e transformados em verdadeiros monstros. Todo esse aparato é para manter sob controle, para calar os gritos de miséria, assegurar a existência do Estado, e gerar guerras, nas quais o povo serve de “bucha de canhões” e para defender os interesses das classes dominantes.

   Porque matar outro ser humano como você que também sente dor, e está submetido à mesma tirania e condenado ao mesmo fim? Reflita!!! Os nossos inimigos são aqueles que vivem às nossas custas, que governam nossas vidas, e que levantam fronteiras para separar a humanidade.

   O Estado corrupto é a violência, pois é ele quem mantém viva a indústria da morte, mantida pelos impostos arrancados do suor do proletariado. Trabalhadores, não podemos cruzar os braços e deixar que os farsantes nos escravizem com o serviço militar. Jovem, não mate e nem morra pelos exploradores. “Não se aliste!!!

M.A.S.

Escrito por D.AlEaTóRiO às 14h45
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